Proporção Áurea

SUMÁRIO

Este pequeno livro fala sobre a Proporção Áurea, também conhecida como Divina Proporção, ou  “média e extrema razão” nome dado por Euclides, “pai da geometria”. Após sua definição, o autor mostra ensinamentos egípcios sobre o assunto datados 27 séculos a.C. e fala sobre a invenção do relógio, sobre o desenvolvimento da ciência no mundo helênico e  sobre a criação do sistema decimal; mostra a Divina Proporção na pirâmide de Gizé, no Pathenon, na catedral de Notre Dame, no Taj Mahal, na Mona Lisa e na Santa Ceia, de Leonardo, chegando a nossos dias com aplicações praticas da Razão Áurea no edifício-sede da ONU, no projeto de galpões e na moderna matemática computacional.

A Proporção Áurea pode ser encontrada nas flores, nos insetos, nos cristais, nos vegetais, nas galáxias, nos batimentos cardíacos e na escala musical. Usada na cirurgia plástica para  correção  facial, pode ser facilmente encontrada no rosto das beldades. Como disse Euclides, “encontrei uma proporção que se repete na natureza”.

Para enriquecer o conhecimento humanístico, o livro traz curiosidades históricas ligadas ao desenvolvimento da ciência e é indicado para a educação continuada de profissionais ligados às artes e à criação.

LIVRO COMPLETO

16 ideias sobre “Proporção Áurea

  1. Fidencio,
    bom dia… Gostaria de adquirir o livro de sua autoria ” A Proporção Aurea”. Não consigo fazer o dowload como anunciado. Vc pode me ajudar informando o que fazer para compra-lo:
    Abraços,
    Ivan

  2. Bom dia Sr.Fidêncio, sou artista plástica e venho desenvolvendo um trabalho que se denomina EspaçosEstruturas, emendado assim mesmo, pois a essência das obras estão relacionadas a essa unidade das duas coisas. Bem, todos os meus trabalhos são embasados na divina proporção. Gostaria de saber como conseguir seu livro, sobre o assunto. Vejo que tem muito conhecimento e a paixão que tenho por tal proporção. O sr. já apresentou palestras sobre o tema?
    Parabéns pelas realizações. Christine

    • Christiane, muito obrigado pela visita ao site. O livro pode ser baixado facilmente: é só clicar. Nunca fiz palestras sobre o assunto. Como engenheiro projetista de estruturas, ou fazendo arquitetura, uso continuamente a PROPORÇÃO AUREA. Uso no todo e nos detalhes das peças estruturais. Se tenho que inserir em uma parede uma porta, uma janela, ou se tenho que escolher qualquer dimensão nas fachadas, uso a PROPORÇÃO. Veja no meu site O GALPÃO AUREO. O vento “castiga” os galpões, de um modo geral. Sobretudo postos de gasolina. Por que? Por causa da forma, fora da PROPORÇÃO AUREA. Os telhados planos são especialmente solicitados pelos ventos. As coberturas inclinadas na PROPORÇÃO AUREA “sofrem” muito menos. A PROPORÇÃO AUREA do ângulo de 180 graus é 0,618×18=111,24 graus. Ou seja, o telhado com inclinação de (111,24-90)=21,24 graus é o que menos sofre ação dos ventos (a descoberta é minha). Nestes, a suçção é de 40% da velocidade do vento; e é igual nas duas aguas, equilibrando a estrutura. Se o telhado possui inclinação ZERO, como nos postos de gasolina, a ação do vento é multiplicada por 2, ao invés de 0,4. Se a inclinação for maior do que 21 graus, ou menor, a ação do vento será sempre maior e desequilibrada, maior de um lado. No projeto de pontes, a PROPORÇÃO é fundamental. O ritmo dos pilares deve ser na PROPORÇÃO. Se isto não acontecer, a ponte fica feia e anti-econômica. O belo é econômico, exige menos material ao ser edificado. O CRIADOR tudo fez com um mínimo de materia prima e de energia. Desta forma, a natureza é bela e “econômica”, por ter sido construida na PROPORÇÃO. Chistiane, o meu grande abraço! Onde você vive?

      • O sr. não sabe o quanto foram úteis as suas explicações. Muito obrigada!
        Moro em Brasília.
        Estou preparando uma série de materiais para concorrer ao concurso de artes visuais. Temos que entregar junto as nossas obras um plano de ação educativa. É por isso que lhe perguntei se o sr. já apresentou palestras sobre o tema. Já sei que não, mas teria interesse, caso eu conseguisse ganhar o concurso, em vir a Brasília nos passar um pouco desse seu vasto conhecimento? Quanto cobraria por tal palestra. Preciso saber o quanto antes pois tenho que mandar junto a inscrição o seu currículo, caso aceite.

        • Eu teria que preparar uma palestra usando o POWER POINT. Preciso de um tempo. Iria a Brasília com prazer. Eu cobraria apenas passagens, estada e deslocamento. Moro em SÃO FRANCISCO-MG, 430 km de Brasília. Se eu for, irei de onibus. Conheço a Capital. Trabalhei na construção da SEGUNDA PONTE sobre o Paranoá. Fui um dos responsáveis pela obra.
          Um abração!
          Aproveite e leia o artigo RECOMENDAÇÕES DE VIAGEM, no site.

          • Fico muito feliz e grata por sua generosa predisposição!
            Na verdade eu nem posso dizer quando ou mesmo se essa palestra vai acontecer, ao menos por meu intermédio, pois tudo depende do resultado do concurso. Por hora, a única coisa que preciso é de sua autorização para colacá-lo como um dos convidados para,, se eu for contemplada com o prêmio, ser um dos palestrantes. Também preciso de seu currículo. Talvez eu possa utilizar esse mesmo que está registrado em seu Site.
            O que o Sr. acha?
            Um abraço!

  3. Christiane,
    pode usar o curriculo da INTERNET. Terei prazer em connhecer você e os que te rodeiam. Já fui conferencista, quando era diretor da ABCEM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CONSTRUÇÃO METÁLICA. Contudo, peço que me conheça melhor: leia MEUS VALORES e RECOMENDAÇÕES DE VIAGEM, no site.
    Estes dois artigos me retratam por dentro e por fora.
    Um abração!

  4. Acho que ainda nem leu o meu comentário sobre seu artigo: Meus valores, mas como tenho gostado muito de ler o que escreve, por conter ali muita sabedoria, experências de vida, sem falar, na qualidade literária dos textos, gostaria de saber se já escreveu sobre arte. Sobre o que pensa de arte. Se tiver algo me envie.
    um abraço!
    Christine

  5. Christine, nunca escrevi sobre arte. Sou apreciador. Tenho consciencia de sua importancia. Fiz curso de história da arte quando morava em Ouro Preto. Tenho preferencias muito firmes, muito sedimentadas: Mozart, Piazzola, GAUDI, Drumond, Euclides da Cunha, Camões, Vieira, Fernando Pessoa, Van Gog, os impressionistas franceses…

  6. Sei que se um dia resolver escrever sobre arte, terá muito o que dizer. Para mim a arte tem conexões com todas as formas do saber e está intimamente ligada a matemática. Esse é um dos elementos importantes de meu trabalho, o qual, espero que um dia conheça. Tal oportunidade seria na minha exposição, na qual, o sr. iria participaria com sua palestra. Entretanto, não fui habilitada por ter cometido um pequeno vacilo no cumprimento das exigências do edital. Senti a tristeza natural desses momentos, mas, por outro lado, vi o quanto ganhei tendo me preparado para tal concurso. O tempo foi curto, o trabalho exaustivo, mas no meio desse processo tenho oportunidade de ler um artigo tão profundo como o seu e assim como o filme de Gandhi no Hotel de Jedah, naquele momento de grandes desafios em sua vida, seu texto fortaleceu-me, dando-me coragem para enfrentar todas as dificuldade que encontrei. Embora não tenha obtido êxito, continuo com o propósito de fazer minha exposição. Não sei como nem quando ainda. De qualquer maneira gostaria de continuar tendo contato com o sr. e que conhecesse o meu trabalho. Vou pensar de que maneira podemos articular isso, caso também tenha interesse. Obrigada por tudo!
    Um abraço.
    Christine

  7. Eu,novamente!Dentre as várias coisas que tenho tentado fazer desde que me aposentei,tenho me dedicado à cantaria.Participei do primeiro curso realizado pela FAOP(Fundação de Arte de Ouro Preto),em 1997.Gostei imensamente,e de lá para cá tenho pesquizado e escrito alguma coisa a respeito.Em 2001participei de um curso realizado aqui,parceria entre a prefeitura e o IILA(Instituto Ítalo Latino Americano),abrangendo várias áreas sobre gestão e conservação de obras de arte,como aluno e apresentando trabalho.Falei sobre o trabalho que estávamos realizando em Ouro Preto,com o objetivo de resgatar a arte da cantaria na cidade,tendo como mestre o inesquecível “Sô Juca”.De minha apresentação,atendendo a incentivos de amigos,rascunhei uma “boneca”de livro.Sobre isto falaremos em outra oportunidade.De lá pra até então tenho pesquisado escrito sobre o assunto,na base do “brain(?) storm”.Como não podia deixar de ser,caí na questão da Divina Proporção.Aqui onde quero,por ora,chegar.Oportunamente abordarei os assuntos a que você tem se dedicado.Todos de grande importância e de meu interesse tb.Estou com problemas em minha impressora.Tão logo resolva tentarei baixar o livro.Tenho a impressão de que nosso contato é bem oportuno.Foi providencial a participação do amigo e colega Ruggeri.Acaso tenha conhecimento de mais interessados no assunto(cantaria),gostaria e agradeceria que fizessem contato.
    Um abração,
    Kelé

    • Aguardo com vivo interesse mais informações”about”.Tb tenho cópias de trabalho sobre cantaria, de um engº português,J.Segurado.Tenho tb muito interesse na coleção completa,em italiano,em como adquiri-la,se possível.Como disse:estou tentando reunir tudo o que for viável,sobre cantaria.Montar um acervo a respeito .

  8. Meu Deus! Quantos anos! Eu tenho 2 livros sobre cantaria publicados logo após a fundação da ESCOLA DE MINAS. Tenho a coleção completa: CONSTRUÇÃO EM FERRO, MADEIRA E PEDRA. Edição em italiano, anterior ao concreto armado. Vou dar uma olhada nos meus guardados. Obrigado pela visita ao BLOG. O meu abração!

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